Na subscrição da Newsletter dos Bastidores ofereço o meu conto Preciso que vás.

Como na maior parte da minha escrita, existe uma história por detrás da sua história. *um bastidor emotivo*

Os Bastidores do Preciso que vás

Quem nunca desejou algo que não está ao seu alcance?

Por não estar disponível, por o outro não querer o mesmo, por estar distante, desinteressado. Por razão aparentemente inexistente, por barreiras intransponíveis, por o querer tanto quanto nós,…

Tantas são as razões para algo que desejamos não se concretizar, para o sonho ficar, apenas, idealizado.

Preciso que vás é confronto: dois desejares ardentemente pertencidos, dois amores (que são um só) anulados. Nele lê-se entrega e desespero; sente-se emoção visceral; legenda-se, sensorialmente, o que não é dito.

Preciso que vás é antagonismo.

Foi escrito das entranhas, foram dores expostas, despedidas relembradas. Foi doença curada, ferida cicatrizada.

É um conto lindo.

Deixo-vos uma espreitadela ao conto Preciso que vás

Juntos somos uno – dois corações que batem, ritmadamente, no mesmo bater; dois corpos que fundem num único; duas almas pertencidas.

(…)

Como dizer ao meu corpo para se afastar dele se sempre fez o oposto? – nunca foi ensinado a resistir à sua outra metade. Está confuso, irascível.

(…)

Consumamos o prazer que nos implode, gritamos orgasmos, agarramos carne que nos pertence.

Para ler o conto na íntegra, subscrevam a Newsletter

 


O meu livro de contos, disponível aqui

Ser-escrevente, ser-viajante. Movida a música e cafeína. Inspirada por sensações, sentires e emoções (eternas e efémeras), amores e desamores.

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