Tinha este artigo na carteira há algumas semanas, aguardando ter leitores suficientes para lançar um desafio. Neste caso: um auto-desafio.

Agora que o volume de vendas já o justifica *yeah!*, é com muito orgulho que vos trago uma proposta.

Os Bastidores da Escrita são o meu espaço de inspirações, onde partilho as histórias por detrás das histórias: o que originou um escrito, as músicas que me empurram à escrita (e porquê), as viagens que me marcaram, as pessoas ou eventos que me inspiraram a escrever determinada cena ou conto.

Já escrevi vários artigos de Bastidores – contos, cenas ou escritos soltos – e de inspirações; sendo a maior a música, como sabem.

Antes do desafio, ficam alguns desses artigos:

Mas hoje deixo-vos um desafio a vocês, caros leitores:

Escolham uma cena do meu romance Telma, do livro de contos Ser Emoção ou de um escrito aqui do blog e eu escrevo os seus Bastidores

O meu texto de resposta ao desafio será apresentado em artigo ou conto – poderá ser um bastidor verídico ou mesclado com ficção *uma rapariga tem de manter alguns segredos, não?*

Para os contos é garantido um bastidor – cada um foi escrito com intensidade, a escrita é inesquecível; para o Telma, obviamente, não terei um bastidor real para cada cena; para os textos originais aqui no blog há sempre bastidor.

Mas caso o excerto/capítulo que escolheram não tenha um bastidor, proponho escrever um pequeno conto, o mais aproximado possível ao Bastidor – a motivação da cena, o cenário escolhido,…

Caso o vosso pedido contenha spoiler (apenas no caso do Telma), deixem o desafio referindo somente o número da página.

Quanto a vocês não sei, mas eu estou super entusiasmada com este desafio!

Está aberta sessão: mandem vir esses pedidos nas mensagens.

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Ser-escrevente, ser-viajante. Movida a música e cafeína. Inspirada por sensações, sentires e emoções (eternas e efémeras), amores e desamores.

11 Comments

  1. Interessante que a música sempre me serve também de inspiração. Afirmaria que setenta por cento ela, depois imagens sejam elas de lembranças ou não e por último o cotidiano, onde tenho até me censurado a falar de políticos canalhas. =)

  2. Quando disse que estava lendo seu livro era mentira. Havia baixado e lido só a primeira parte, a protagonista do primeiro conto ainda estava no trabalho pensando no amado sem se concentrar… Ainda.era cedo para tecer quaisquer comentários sobre sua escrita.
    Ontem li todo o livro e estou encantado. Estás errada sobre você… É poetisa sim. Seus contos são poesias sobre as emoções humanas. O modo como retrata os pensamentos de seus personagens me remeteu ao velho Santiago de Hemingway. Seu erotismo aos melhores textos de Anais Nin, os textos sobre Bijou. Sua ironia me lembrou Nelson Rodrigues. Estou apaixonado pela sua escrita.
    Queria que falasse sobre todos os contos, seus bastidores, mas para pedir um, A Cabana.

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