O tão aguardado artigo chegou: escrevo sobre o lançamento do meu romance!

Estes últimos meses foram uma azáfama: voltei a editar o livro já terminado e fiz nova revisão; formatei conteúdos, a capa foi ajustada várias vezes; li dezenas (se não centenas) de artigos sobre auto-publicação, marketing, formatações,… Criei estratégias de marketing na minha plataforma de autor e investi arduamente nelas.

Como fui partilhando nos meus artigos Semana dos Bastidores, cheguei ao ponto de exaustão, por acumular tantas tarefas associadas à publicação independente com a minha vida profissional. Também isso tive de aprender a gerir melhor e a priorizar. *a abrandar*

Ser escritor auto-publicado é ser multi-tarefas; é viver 24 horas por dia na sua arte, na divulgação, tentando (e errando) estratégias, implementando conhecimentos adquiridos; aperfeiçoar. É ser tudo para poder ser o que se ama.

Mas está feito! O meu livro vai finalmente ser publicado.

Dia 30 de Outubro é a data de lançamento do meu romance:

Telma, “se vamos falar de mim não é com suminhos”.

O livro vai estar à venda em formato digital e em papel; na Amazon. Deixo-vos o link da minha página de autora: Leonor Brito.

Vamos ao romance:

O Telma deu-me um prazer descomunal a escrever. Foi uma experiência única.

Foi o segundo romance que escrevi mas o primeiro a ser publicado. Expliquei aqui as razões mas, a principal, é que tenho paixão assumida por ele, acredito imenso neste romance e tenho a certeza que quem o ler vai gostar tanto dele quanto eu.

O enredo é contado a três vozes, em cada capítulo um dos personagens assume-se como narrador: a história avança na voz de cada um deles, que passo a apresentar:

Telma: Paramédica, condutora, lutadora de ringue, sedenta de emoções limiares.

Duarte: O sereno namorado. O seu equilíbrio e porto seguro.

Vasco: O parceiro. O mesmo sangue fervente a correr nas veias. Juntos formam uma dupla imparável. Uma dupla perfeita.

A história desenvolve-se à volta dela, da *minha adorada* intensa Telma; vivida em companheirismo com o seu doce e dedicado Duarte; e em cumplicidade com o seu parceiro Vasco, que adora e busca a mesma adrenalina insana que ela.

Como escritora, assumir três vozes tão distintas foi um desafio imenso. Muitas foram as vezes que frustrei, que não conseguia lidar com eles, em ter tanta emoção contrastante dentro de mim.

Cheguei ao ponto de virar as costas ao livro, estive meses sem pegar nele – porque não conseguia dar a volta à história, porque perdi de mim a intensidade dela, a ânsia que a alimenta. Mas “recompus-me” e voltei à escrita, não iria abandonar esta história. *jamais!*

O meu primeiro romance foi lindo de escrever, entreguei-me de alma, tem muito de mim, de eventos meus, emoções intimamente sentidas, perdas angustiadas, viagens trilhadas,… Foi escrita emocional. Uma história ficcional mas repleta de emoções sentidas – na vida e na escrita.

O Telma foi escrita desbravada, um mundo estritamente ficcional, sentires empurrados e criados em mim, cenários imaginados, desejos assumidos, vidas construídas dentro da minha. Eu fui a Telma, o Duarte e o Vasco.

Não me imagino a escrever isenta de sentimentos ou emoções, de escrever no vazio, num personagem totalmente ficcional – não sei escrever sem entrega, sem me transformar (profundamente) no personagem.

No meu livro de contos Ser Emoção, exceptuando o Futuro de Passado, todos os contos são ficcionais mas todos beberam em fontes reais: um evento, um diálogo, um sentir ou desejar,… parte de mim está sempre na minha escrita, seja em que formato for.

No Telma, dei tudo o que tinha – por vezes arrancado a ferros, outras espontaneamente;  diálogos criados em modo hipnose; sensações experimentadas para depois as (d)escrever.

Foi maravilhosamente turbulento escrever este romance. Uma miscelânea de emoções assumidamente sentidas, descaradamente procuradas.

Dia 30 de Outubro irei partilhá-lo com o mundo. Com cada um de vocês.

Comprem, leiam e deixem-se envolver na história. Vão adorar, garanto.

dicionar título (6)

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O meu livro de contos, disponível AQUI


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Ser-escrevente, ser-viajante. Movida a música e cafeína. Inspirada por sensações, sentires e emoções (eternas e efémeras), amores e desamores.

Auto-publicação | Lançamento do meu romance
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